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REGRAS, REGRAS E MAIS REGRAS

Vivemos em uma sociedade onde somos regidos por leis, normas e regras. Será que se não tivéssemos as tais regras, leis e normas seríamos mais felizes? Imaginemos uma sociedade sem normas. Cada um poderia fazer o que quisesse e viesse a cabeça. Por exemplo, roupas. Todos usamos roupas ao sairmos na rua, mesmo estando um calor de fritar bife em careca de velho, não vemos ninguém pelado na rua. Vamos imaginar a vida de um cidadão que vive numa sociedade que ninguém usa roupas por opção própria.

São Paulo, seis horas da tarde, horário de pico no metrô, estação Praça da Sé, hora e local onde a lei da gravidade não funciona, levantou o braço ele não abaixa. O cidadão entra correndo para poder se sentar e proteger seus pertences traseiros. Sentou, aliviou-se, “estou protegido”. De repente, entra outro cidadão que não encontra lugar para se sentar. Portanto fica em pé, na frente do primeiro companheiro que conseguiu sentar. Porém o primeiro cidadão se sente um tanto quanto incomodado porque o dito cujo do companheiro em pé ficou balançando na sua cara. Realmente um tanto quanto constrangedor. Se ponha no lugar dele! Pois bem, pensamento que vem a cabeça do cidadão. “Isso não vai ficar assim, amanhã eu vou ficar em pé e sacanear com quem está sentado!” (infelizmente, temos que concordar que essa é a mente do ser humano, enquanto puder tirar vantagem, e de preferência tendo o prazer de ver outro em situação constrangedora, está feliz!).
No outro dia, a mesma situação de hora e local, porém o cidadão entra calmamente, e se põe em pé na frente de algum “otário” que terá que aturar o dito cujo de outra pessoa balançando na cara. Está ele no bem bom, quando chega um outro cidadão e “crau” nele em seus fundos.
Se nos sentimos constrangidos apenas pelo fato de alguém nos “encoxar” com roupa e tudo, imagine sem a pele divina e protetora!

Isso é lógico, supondo um caso extremo, onde não encontraremos nem se procurarmos! Mas é apenas para que cause impacto. Provavelmente você leitor deve estar rindo da situação, principalmente se estiver imaginando a situação!
Mas voltando ao raciocínio anterior, onde apesar de parecer exagerado o número de normas, leis e regras, não viveríamos a vontade sem elas.
Isso foi apenas um link para que possamos discutir o assunto que eu realmente gostaria de abordar. Por que quebrar as regras torna as coisas mais atraentes? Por que todos acham o máximo quando alguém quebra alguma regra? Por que buscamos mais e mais quebrar algumas regras para nos satisfazermos internamente?
Há inclusive quem diga que as regras foram feitas para serem quebradas. Será que essa é realmente uma boa idéia?
Vemos a todo o momento pessoas querendo quebrar regras para satisfazer o seu próprio ego. Vamos ver se eu estou exagerando.
Quem nunca viu, ou mesmo já participou da ação, de entrar em uma festa sem ter a idade mínima exigida? Dirigir um carro sem ter habilitação? Colar em uma prova? Roubar em um jogo? Beber bebidas alcoólicas sem possuir a maioridade? São coisas que vemos e talvez até façamos a todo o momento. Mas por que será que isso acontece tão frequentemente, a ponto de se tornar normal para a sociedade?
Essa é uma questão que eu, sinceramente, não consigo responder. Primeiro porque eu também já quebrei regras, e depois porque eu não conheço ninguém que nunca tenha quebrado uma regra sequer a ponto de ter tal resposta para me dar!
Seria coerente pensar em um motivo para quebra de regras? Qual seria a real definição de quebrar regras? Qual é o padrão de regras que podem ser quebradas? Se é que deveria existir esse padrão.
Talvez pensando de forma contrária possamos entender melhor isso. Imaginemos uma sociedade onde nenhuma regra é quebrada. Teríamos uma coisa 100% uniforme, sem variações, e o cotidiano seria sempre o mesmo. Então a quebra de regras, seria uma espécie de válvula de escape para que a vida se torne mais interessante? Não iríamos ter nenhum motivo para esperar um novo dia com empolgação. Se mesmo com quebra de regras, a rotina se torna maçante, uma rotina sem nenhuma variação seria o fim do mundo. Seríamos máquinas com capacidade de realizar ações sem um ser humano para colocá-lo para funcionar.
Voltando um pouco na história, temos o exemplo de FORD, que com certeza revolucionou o sistema de produção. O que poucos sabem é que na verdade foi TAYLOR quem gerou a idéia, FORD colocou-a em prática. Não disse que FORD copiou a idéia de TAYLOR, TAYLOR apenas divulgou a idéia antes de FORD. Mas saindo dessa linha de raciocínio e voltando ao assunto abordado, podemos lembrar de uma famosa frase de FORD: “Qualquer pessoa pode ter um carro do modelo que quiser, da marca que quiser e da cor que quiser desde que ele seja um carro da Ford, modelo V e preto!”. Ford de fato, fez com que o carro se tornasse um produto acessível para as classes mais baixas, tornando o carro um produto popular. Mas todos tinham o mesmo carro, foram necessários anos de insistência para que ele mudasse a cor do carro. Temos então, um exemplo de padrão único, que não quebrava qualquer regra, e que se tornou uma coisa chata, devido à uniformidade do produto. Hoje em dia, seria estranho pensar em todos os carros do mesmo modelo, mesma marca e mesma cor. Mas se dependesse de Ford, com certeza estaríamos todos com um FORD, modelo V, de cor PRETA! Graças à quebra de regras, hoje temos uma variedade imensa de marcas, modelos e cores.
É incrível como vamos a alguma festa, acontece algum incidente, provocado na maioria das vezes por quebra de regras, e a frase mais falada é: “Tava demorando!”. A quebra de regras já se torna uma coisa obrigatória. A falta dela causa transtorno, não estamos acostumados nem a pensar em uma situação sem quebra de regras. Ou seja, a não quebra de regras, já é uma quebra de regra.
Até agora, só foi apontado o ponto positivo da quebra de regras e a confusão que ela causa, mas não podemos esquecer também nos pontos negativos. A situação política e social do Brasil e do mundo, está um caos, provavelmente por causa da quebra de regras. As maracutaias que estamos carecas de ver são quebra de regras. Problemas causados por quebra de regras quando são descobertos por “fiscais”, que podem ser professores, pais, agentes públicos, etc.
Talvez agora possamos responder o motivo das quebras de regra. Mas sobre isso eu não vou fazer um comentário detalhado com o meu ponto de vista porque a partir daqui, cada um pensa do modo que quiser. Pergunte a si mesmo. Por que quebro regras? Por que eu não tento ficar sem quebrar nenhuma regra? Apesar de isso ser impossível, pois certas quebras de regras se tornaram regras, e algumas regras se tornaram quebra de regra.
Será que não colocar meu ponto de vista final sobre o assunto, num texto feito para expor meu ponto de vista, seja uma quebra de regra?

A quebra ou nao de regras está condicionada ao conceito que o individuo tem a respeito da mesma. Se a consciência dele não criar nele um regra moral que o faça respeitar a regra social ele nao a respeitará e pronto!
ex1: existem regras, tanto morais quanto sociais, que nos impedem de matar pessoas, logo, muitos nao matam porque criam suas regras pessoais que os levam a nao matar, independente do que o resto da sociedade pensa disso
ex2: existem regras sociais que nos impedem (em termos) de avançar no sinal vermelho. Mas como não existem regras morais quanto a isso (ninguém será considerado um mau-caráter, ou um cafajeste, se avançar um sinal), às vezes a regra social eh descumprida.

Acho que todas as quebras de regras às quais o texto se refere podem ser explicadas através desse raciocínio.

Agora, pra não perder o costume, eu lanço a pergunta (que não precisa ser respondida, pra viabilizar a discussão em torno do texto): pode-se chamar de "morais" as regras de uma sociedade que permite a exploração como ela se dá hoje???

Alguém quer discutir anatomia humana?

Belo texto, ponto de vista interessante.


Para expressar o meu ponto de vista, voltarei a Sociologia e a História, para que sejam melhor entendido.

Regras ? O que são regras ? Regras podem ser um conjunto de normas a seguirmos, pode ser um conjunto de costumes a seguirmos, pode ser um fato social.Sim, fatos sociais que são baseados na expontaneidade e vontades individuais e, também, a todos os individuos.Segundo Durkheim, a sociedade é como um conjunto de normas de ação, pensamentos e sentimentos que superam as consciências individuais e devem ser aceitos e seguidos por todos. O que isso? Regras! Durkheim nos explica o que são as regras. aMas quebrá-las por que ? Raiva, emoção ?! Talvez, mas o fato é que realmente algumas, se nao todas, foram feitas para serem quebradas para que melhor sejam compreendidas e elaboradas, afim de evitar problemas, por exemplo.

Cito um exemplo: Imaginem se os moradores do Rio de Janeiro, resolve-sem sem mais nem menos revidar aos ataques dos bandidos, eles pegam em armar e apontam para os morros.Sim, os moradores, cansados da omissão do estado e da polícia resolvem tomar uma atitude. Apontar uma arma para alguém, é quebrar uma regra, mas neste caso essa regra foi quebrada regida por um ideal. Então, depois de meses, os moradores em conflitos com os bandidos, o que chamamos de Guerra Civil, o estado resolve interferir. Senta para conversar com os bandidos e com a população. Resultado: dois anos depois a criminalidade do Rio de Janeiro caiu em 60%. Tudo porque a princípio a sociedade quebrou uma regra muito importante. Ambas as partes, depois de uma conversa, chegaram a conclusão de que haveria uma forma melhor de resolver isso que não matando uns aos outros. As regras foram mudadas; reformuladas e sançionadas.

Vemos então que a famoso frase "há males que vêm para o bem" não está errada.Quebrar regras pode ser bom, na medida do possível.

hahahahaha rachei de rir do texto , para o dito cujo de alguém não ficar balançando na minha cara aceito qualquer regra já criada na sociedade ... curti muito o final tbm, não colocar a opinião é sim uma rebra de regras .. hahaha

Mas a resposta a pergunta na minha opinião é: Não
Seria um bom tema pra discussão ou até pra um texto. Mas explica mais ae Salgado.

Incrível!

Numa tarde de loucura eminente, quase arrancando meus cabelos, me deparei, nessas loucas viagens que a gente dá pela Internet, com o blog de vocês, caras.

Bah! Estava no limite do prazo para a entrega do meu Trabalho de Conclusão de Curso, (pasmem!) do 1º ano do EM.

Sabe lá Deus, o por quê do meu querido diretor ter se dado o trabalho de formular tão inconseqüente trabaho.

E ainda, sempre há um ainda, entregar-nos as regras para a realização, assim, um mês antes da entrega.

E o melhor de tudo, pôs ali, nesse trabalho, nosso ano escolar.

Era caso de vida ou morte.

Meu assunto, tão estudado por mim antes, parecia difícil, mas eu, amante dessas ciências incríveis, não "dei bola" às caras assustadas e à pouca credibilidade das pessoas que me rodeavam.

Psicanálise.

Uma palavra assim, à causar tanta indignação aos merus colegas que pouco entendiam, coitados. Mas então voc~es irão achar que estou me valendo muito, não? Na verdade, vim a descobrir que não sabia nada, ou quase nada, sobre o assunto.

Me vi á frente de um grande problema. Achava tão convidativo um tema, assim, difícil aos olhos alheios, e que me parecia tão claro.

Mas uma vez dada a partida, ou corremos junto, ou caimos fora. E essa não era uma opção.

Mas, após tantas pesquisas, fui me entegrando do assunto, e me preparando paraa apresentação, um grande bicho de umas 500 cabeças...Eu realmente não achei fácil falar na frente das pessoas. Mas apresentei, e prendi aatneção das pessoas, que acharam muito engraçado e completo, os exemplos que eu dava, muitos dos quais, tirados daqui. Deste blog.

Enfim, sem muitas delongas, o blog de vocês me serviu como uma luva, quando naquela louca tarde de fim de inverno, procurava um tema interessante que complementasse a messangem que por fim, eu esperava passar.

Mesmo que me demore aqui escrevendo, vocês não conseguirão entender a grandiosidade da coisa, então me desponho à dar-lhes uma cópia por e-mail do meu trabalho. Ficaria honrada se vocês, que levam as mensagens tão claramente e de um jeito divertido, lessem o mesmo.

Realmente incrível!

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