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A esquerda contra-ataca

Eu realmente tinha um artigo (que nem chegava a sê-lo propriamente, tratava-se mais de uma crônica com um certo toque de humor ácido) pronto para publicar aqui na “Parede” mas resolvi deixá-lo para o mês que vem, e brindá-los hoje com mais um artigo politicamente incorreto, escrito às pressas, repleto de erros de ortografia e concordância devido à falta de tempo deste humilde escritor. Se você é um reacionário que de fato não tem paciência para artigos de esquerda mal-escritos, é melhor parar por aqui.

Se você está lendo aqui é porque tem o mínimo de curiosidade em saber o motivo de mais um artigo mal-humorado deste pobre escrevente. Após ver a descrença de certos setores da nossa sociedade na esquerda, resolvi escrever este artigo. Após ver e ouvir cuspirem e pisarem na esquerda, decidi que algum esclarecimento devia ser feito. Você provavelmente deve estar pensando que eu estou meramente enchendo lingüiça, mas, ninguém lê meus artigos mesmo!

Não precisamos de ninguém que nos diga o que fazer e como fazer, não precisamos de ninguém que nos diga o que ler e com quem nos aliar. Sabemos muito bem como chegar ao poder e o que fazer por lá, o que só não foi feito devido às malditas coligações e seus respectivos interesses. Ora leitor, é certo que o governo Lula não foi nem sombra do que um dia sonhamos, mas já serviu para tirar o verdadeiro problema do poder: o PFL.

Este partido, formado por coronéis regionais, acostumados a mandar e desmandar por todo o país não podia permanecer no poder por mais tempo. A verdade é que a quantidade de escândalos que atingiram o governo Lula, não chega nem aos pés da quantidade de escândalos de governos anteriores, esses, não descobertos por nós. Percebe-se também, que os tais casos de corrupção o governo Lula eram quase que sempre para fortalecer o poder do partido no governo. Nos outros governos os casos de corrupção eram sempre em benefício próprio. Não que o primeiro esteja certo, mas, sejamos sensatos, dos males o menor. Por tudo isso, na minha opinião, o grande mérito do governo Lula, foi tirar a direita podre do poder.

A questão partidária, ou de legenda, é bem fácil de esclarecer. Ora, que o PT pouco tem feito pelos trabalhadores, isso é verdade. Mas o nome do partido deve-se basicamente ao fato de que o partido foi formado por trabalhadores de classe média baixa, a classe que sustenta nossa sociedade. No entanto, o PTB nada tem a ver com o trabalhador, e nem tem pretensões de esquerda, (caso contrário seria o novo partido nacional-socialista, ou nazista, que usa o social apenas para obter o apoio das massas) o partido, fundado pela filha de Getúlio Vargas para homenagear o pai, tem o nome de Partido Trabalhista Brasileiro, ou seja é um partido trabalhista, e não trabalhador. Mencionar PSTU, PC do B, entre outros, como sendo da mesma laia, é um erro grave. São partidos com ideologias completamente diferentes, que juntos não formariam um governo forte, nem sequer um partido forte.

Não falta Maquiavel à nossa esquerda, sobra. Sim, porque chegar ao poder e consolidar-se já aprendemos muito bem. O que falta à nossa esquerda é paciência para tolerar pequenos burgueses que se dizem antipartidários para esconder a verdade: a falta de opinião. Ou, o que popularmente chamamos PSDB.
Peço humildes desculpas para você, que leu até aqui, esperando por uma conclusão lógica para toda esta merda que escrevi. A verdade é que não há uma conclusão. A História não tem conclusão. Ela está sempre em movimento. Quanto aos erros, não me culpe. Culpe a falta de tempo do vosso humilde escritor.

E o Flame-war começa na parede.. aehuaeh.. belo texto cadu.. talvez um dos melhores já afixados na nossa singela paredinha.. parabéns..

eh..um dos dez melhores com ctz...

belo artigo !!
concordo em parte com algumas "teses" que vc apresenta...
n concordo com a parte em q cita o psdb... bom se o psdb eh um partido formado por "peqnos pburgues" lgoo ele se constituem em tese numa pequena burguesia, ou melhor, numa elite.
bom tava lendo esses dias um livro q se chama A nova Inconfidência do Celso Brant (recomendo) em q ele afirma q o povo se encontra adverso as decisoes, oq de fato eh a mais pura verdade... mas afirma tb q nenhuma elite pode "trocar" seu povo, ou seja, tomar decisoes e esperar q a massa aceite calada. Se a elite n pode trocar de povo, este pode trocar de elite.)(q eh exatamente oq o senhor "esquerdista" q aki posta faz.bom, pra mim trocar de elite significa q o povo fica de "saco-cheio" com oq a elite deveria fazer e nao faz, no caso criar e realizar o projeto politico do pais.

o que falta é alguem por aki ficar 'de saco cheio' ..

hehehehe ou nao !

bom.. nd a ver esse comentário, mas a 217 anos atrás, exatamente nessa data, a bastilha caía em Paris... soh pra deixar marcada a msm data..

Bom, pra começar, o texto é sem sombra de dúvida excelente... é necessário e justo que seja exaltado o conhecimento político desse sujeito...

Sei muito bem que os todos os partidos da esquerda contemporânea sabem perfeitamente o que fazer. O problema que suscitei no texto anterior foi de que todos o fazem através de métodos diferentes (o que é citado no texto como "partidos com ideologias completamente diferentes", e foi exatamente à isso que me referi no meu último texto).

Mas quando Carlos se refere a partidos "da mesma laia", já está os classificando de acordo com suas posições ideológicas. Eu não fui tão longe assim, apenas me referi à esquerda como um todo, partindo do significado que o termo "esquerda" assume quando das assembléias da revolução francesa. Ou seja, me referi à esquerda como aquela seção que se designaria a "revolucionar" a sociedade, a promover mudanças na ordem estrutural da mesma.

Explica-se assim porque chamei PTB de esquerda, pois, se é trabalhista, protege o trabalhador, se protege o trabalhador, muda a sociedade (claro, existe a pseudo-proteção do trabalhador, o populismo e etc, mas se levarmos o termo "trabalhista" às origens veremos que se identifica com a esquerda).

Ressalto também que quando disse que PT e PTB não fazem jus ao "T" de suas siglas, me referi à atuação dos mesmos na atualidade, no que parce que Carlos concorda, em "o PT pouco tem feito pelos trabalhadores, isso é verdade". E por falar em concordar, nada mais justo do que ter como uma grande vitória do povo brasileiro o fato de não termos mais que ser governados pelos sanguessugas do PFL.

Sintetizando tudo o que disse (inclusive no ultimo texto): partindo do ponto que esquerdista é todo aquele político que defende uma reforma na estrutura da sociedade, urge aos partidos de esquerda que se unam por esse objetivo comum. Do mesmo modo que a direita se une para manter a sociedade como está!

Ygor - Olhe bem, pequeno-burgueses não são elite. Se o fossem, não seriam pequenos. E, a elite não pode tomar decisões que o povo aceite calado?? Tem certeza?? Eu, humildemente creio que a dominação cultural permite que várias decisões desfavoráveis ao povo sejam tomadas sem que esse se manifeste. Já quando diz que o povo pode "trocar de elite", bem, acho isso absurdo. Trocar a elite não resolve o problema, apenas o altera.

salgado.trabalhista nao tem a ver com trabalhador..gostei mto do seu comentario..apenas reifico o assunto...trabalhista eh a forma dee governo..talvez o trabalho em questão seja apenas nos roubar..mas naum tem a ver com o trabalhador

bom eu considero que toda e qualquer burguesia,desprezando o seu tamanho, é uma elite. Seja ela com maior poder de influência ou menor.

A elite brasileira hoje está divida do ponto de vista de projeto politico-economico.A tendência monetaria do setor especulativo e a politica dos juros altos é altamente influenciada pela reduçao dos gastospublicos (com exceção da divida) e por altos indices de superavit primario. Mas também existe a tendencia desenvolvimentista voltada para a grande e media industria, especialmente agricola, dinamizada pelo invstimento em infra-estrutura em parceria com pequenos empresario para reduzir custos de produçao e refinanciar as dividas com a Uniao.

Esse conflito de tendências estaá aí, em conflito, a mais de uma decada.Tanto nos governos FHC quanto no governo Lula prevaleceu a tendencia monetarista (por isso a pequena burguesia perdeu espaço).Isso foi motivo de muita critica e ate de ruptura politica de setores importantes da elite com ambos os governos.O proprio presidente Lula beneficiou-se dessa ambigüidade em sua eleiçao, atraindo o apoio de setores empresarias (pequena burguesia, elite) descontentes com a politica monetarista de FHC. No entanto, não só a manteve,como a ampliou. O governo agora gasta mais para pagar serviços da divida. Ao passo que, com isso, os bancos mais rentáveis (bradesco,Itaú e BB) faturaram muito alto com isso.

O negócio é muito bom, por isso muitas empresas do setor produtivo (desenvolvimentistas) estão investimento alto na compra de titulos pulbicos. Isso é o que mantinha o ex-ministro Palocci tão forte no governo. A tendencia foi mantida "ortodoxamente" pelo Banco Central e seu presidente Henrique Meireles e pelo entao ministro da Fazenda.

A saída de Palocci o governo favoreceu, e muito, a tendencia desenvolvimentista. Inclusive porque o novo Ministro da Fazenda, senhor Guido Mantega, era um dos criticos da "ortodoxia" de Palocci. Com isso ganham força os projetos de infra-estrutura, tranposiçao do Sao Francisco e,tambem, o projeto atomico brasileiro.

Salgado, creio eu que toda e qualquer burguesia exerce sua influência sobre determinada area. Por este fato, a burguesia por amis pequena que seja se transforma em elite. Seja para mandar num pequeno vilarejo ou no país inteiro.

... vcs estão postando comentários maiores que os textos.. me recuso a lê-los.. xP

Ygor, Ygor...

Olha aqui, primeiro, difenrecia-se burguesia de elite. Hoje em dia, nem toda a elite é burguesa e nem toda burguesia é elite (partindo dos conceitos marxistas dos termos). Por exemplo, funcionários públicos de "alta patente" (como juízes, por exemplo) são proletários (pois vivem da venda de seu trabalho), mas são evidentemente membros da elite. Ao mesmo tempo que, o dono da padaria da esquina é burguês (dono do meio de produção padaria) e nao necessariamente é elite.

Todo esse dilema econômico entre desenvolvimentistas e monetaristas trata-se de algo que ocorre apenas nos setores da alta burguesia (produtiva e especulativa). Enquanto isso, o pequeno-burguês é esmagado pela concorrência, o proletário, reduzido a servo do capital (tanto produtivo quanto especulativo).

Tive a oportunidade (aliás, obrigação) de ler alguns textos em que Marx trata dessa opressão da burguesia sobre a própria burguesia. Lembra-se do famoso conceito liberal de "concorrência"? Pois então, ela está para o pequeno burguês como a servidão ao capital está para o trabalhador.

Cadu, o trabalhismo seria EM TESE a política pública de proteção ao trabalhador em meio a um estado que ainda estimulasse o livre-mercado (dando origem ao posterior wellfare state). Claro, isso não foi assim em nenhum canto do mundo, mas a idéia é essa. Por isso acho q PTB não merece o T q tem.

Rafael, debate bom é assim mesmo... quero só ver se a coisa vai continuar tão animada assim quando o próximo texto chegar...

ueheuheuheu =pp

Salgado...não discordo de você;mas tenho uma idéia diferente, ou pelo menos, um ponto-de-vista diferente.

O neoliberalismo desmontou o protecionismo típico do período desenvolvimentista e reduziu a já precária rede de direitos sociais herdada do populismo. As principais políticas que corporificaram esse desmonte foram a abertura comercial e financeira, a política de privatização, a redução dos direitos sociais e a desregulamentação do mercado de trabalho. Assim como essa política econômica e social expressa interesses de classe e de frações de classe numa dada correlação de política de forças, do mesmo modo, tal política interfere, numa ação de retorno, sobre a composição, o poder e os interesses das classes sociais em presença, bem como sobre as alianças, frentes e apoios com os quais cada classe e fração pode contar na luta por seus interesses. As mudanças nas relações de classe e de poder decorrem, antes de mais nada, dos processos econômicos e sociais induzidos pela política neoliberal. Apenas para ilustrar essa afirmação, lembraríamos que a abertura comercial e financeira reduziu o poder econômico e a influência política da burguesia industrial interna e, associada a outros elementos característicos do cenário dos anos 90, provocou, no campo das classes trabalhadoras, a redução e a desconcentração do segmento industrial do operariado brasileiro.

Mas, as mudanças nas relações de classe e de poder decorrem, também, de aspectos políticos e ideológicos associados ao neoliberalismo. A ascensão da ideologia do Estado mínimo, associada à política de ajuste fiscal, permitiu, no plano das classes dominantes, a expansão de uma poderosa e heterogênea burguesia ligada aos serviços de saúde, educação e demais áreas abandonadas pelo Estado, chamada também de pequena e média burguesia; têm menor influência direta no governo mas comanda setores essenciais, e, no campo das classes trabalhadoras, dividiu politicamente os assalariados e confinou os trabalhadores do setor público numa posição de defensiva e de isolamento.

Expressando isso melhor pode-se afirmar que esse combate entre a pequena e media burguesia contra a buguesia do alto escalão é fruto do antagonismo entre brasileiros e portugueses, que vem desde o Brasil Império.Estes últimos, detinham o monopolio dospostos mais altos,logo, eram os donos o poder. Assim, cabia aos brasileiros postos inferiores. Contudo, ideologicmanete nao se diferenciavamem muio,pois tinham a mesma visão do Estado, ou seja, visavam ambos o comando do proeto politico brasileiro.

Mas veio a evoluçao social, e com ela processa-se, baseado no Liberalismo inglês, a substituição do comando português pela alta burguesia brasileira, esta que só chegou a este posto devido a estar mais organizada que a pequena e media burguesia, aoqual ainda estava se articulando, em meados dos anos 50.

A classe ocioso(pquena elite) tem representatividade em todos os países.A globalizão, hoje assim intitulada, sempre existiu, e o que diferencia o o processo no momento atual é a velocidade da trasmissao das informações e o alcance que elapossui no campo manipulador; uma grande empresa, por exemplo, pode exercer alta influenciano governo num dia, mas nooutro pode aparecer uma concorrente que "pague" mais e assim a primeira grande empresa perde sua representatividade e, com ela, os recursos "ilimitados" que a corrupçao neste país proporciona. Muitas, vezes, dependendo da mera forma comoa informaçao é transmitida, esses recursos possibilitam condenar ou exaltar, em nivel mundial, atitudes tomadas.


Rafael, dos debats mais calorosos é que saem as grandes idéias para mudar o páis.

fodam se vcs todos...eh tdo q tenho a declarar no m,omento..se vcs gostam de dar o rabo naum eh problema meu..mas naum venham reclamar aqui...

"bem como sobre as alianças, frentes e apoios com os quais cada classe e fração pode contar na luta por seus interesses" - meu amigo, essa é a questão... a representação política partidária nesse país (90% dela) é burguesa, unica e exclusivamente burguesa e só burguesa.

"As mudanças nas relações de classe e de poder decorrem, antes de mais nada, dos processos econômicos e sociais induzidos pela política neoliberal." - Colocação a meu ver completamente equivocada. A política neoliberal visa claramente a manutenção das relações sociais, logo, nao há mudança alguma.

Tendo em vista essas ressalvas que fiz a seu próprio texto, seu segundo parágrafo perde o sentido, pois política liberal nao traz mudança alguma na sociedade (tah, os pobres são cada vez mais pobres... dãh)

Quanto aos portugueses, kra, eu sinceramente acho isso mta viagem sua... mas é um ponto de vista interessante...

"A classe ocioso(pquena elite) tem representatividade em todos os países.A globalizão, hoje assim intitulada, sempre existiu" - por isso que o comunismo eh universal, e só fucniona em larga escala, com alto desenvolvimento da força produtiva.

uheuheu efoi bem viajado ... tava profundo no dia q escrevi hehe =p

bom krafalar que o neoliberalismo nao muda nda a nossa é vida, eu acho bastante "egoísta"... pois é ele quem proporciona a alavanca para os países emergentes se cosntituirem e formarem grandes conglomerados industrais afim de se inserir no mercado global. Essa inserçao, não tras melhorias a populaao do páis ?! Entao, não há como falar que o Neoliberalismo nao afeta as relaçoes sociais.É certo que, a politica neoliberal atinge mais, ou quase exclusivamente, a camad amsi rica de uma populaçao. mas se vc for pensar bem, qual politica economica, qualquer q seja, que afete de forma positiva todas as camdas sociais ? Se vc pensar em comunismo, é possivel saber que o Comunismo, apesar de promover a "igualdade" perante a todos, ele exlcui ou priva a sociedade de melhorias economicas, nas instituiçoes e também na politica.Ou seja, no meu ponto-de-vista nenhum sociedade está completa só pelo modelo politico: é preciso mais do que isso. Seja pela "igualdade" do Comunismo ou pela "exclusão" do Capitalismo, todas as pessoas de uma sociedade precisam de respeitar aopinião de outras pessoas: damos a isso o nomede Democracia.

Capiche ??

"pois é ele quem proporciona a alavanca para os países emergentes se cosntituirem e formarem grandes conglomerados industrais afim de se inserir no mercado global" - claro!! papai noel tbm!!!

"é possivel saber que o Comunismo, apesar de promover a "igualdade" perante a todos, ele exlcui ou priva a sociedade de melhorias economicas, nas instituiçoes e também na politica" - téééé... errado...
1. Comunismo não é uma política economica. É um ideal, um objetivo
2. Ele não impede desenvolvimento nenhum, o desenvolvimento que se dá de maneira diferente. Lembre-se que não se pode pensar em lucro e individualismo em sociedades comunistas.

"nenhum sociedade está completa só pelo modelo politico" - depende doq vc quer dizer com "sociedade completa"

"todas as pessoas de uma sociedade precisam de respeitar aopinião de outras pessoas: damos a isso o nomede Democracia" - eu chamo de liberdade de expressão... Democracia, assim como o comunismo, é um ideal, um objetivo...

jah dizia HG "desde quando poluiçao eh progresso, e desde quando progresso eh melhor?"

Eu sei que comunismo nao é politica economica, mas de um jeio ou de outro transforma ou deixas as pessoas com aspectos de "igualdade".. e isso nao existe !

Bom oq eu to vendo aki, é que nós estamos pulando da direita pra esquerda e vice-versa e ficando no mesmo lugar.
Tá se o desenvolvimento se dá de maneira diferente no Comunismo, como explicar que as sociedades socialistas ou comunistas no mundo hoje, são extremamente pobres e o seu "desenvolvimento" nem sequeré chamado de desenvolvimeto, poi não há desenvolvimeto.(desculpe pela redundâcia)

A bem da verdade é que percebi agora que só eu aki q só de direita convicta e nao abro mão.
Acho queé por isso que um artigo em que a "esquerda cntra ataca" chego no patamar de falar de Comunismo e de Neoliberalismo.

As vezes vcs podem nao concordar comigo, mas essa eh aminha opiniao.

Peço a autorização para utilizar o texto abaixo como epígrafe em minha monografia entitulada " o discurso informal feminino em portas de banheiros" para o curso de letras da Universidade de Brasília.
"Paredes de banheiro são os lugares perfeitos para se escrever os pensamentos mais obscuros (e íntimos) de cada pessoa. Não negue, você também já escreveu nas paredes ou nos vidros de banheiro seus sentimentos mais tenebrosos. Os banheiros sabem todos os segredos da humanidade. Imagino que o que está escrito atualmente nas páginas de livros de história, já esteve, um dia, escrito nas paredes dos banheiros dos grandes homens e mulheres de cada tempo."
(texto publicado na Sexta-feira, Maio 26, 2006
"Inaugurada a parede de banheiro" por Rafael Lourenço do Carmo.)

por favor, qualquer problema ou dúvida, entrem em contato: brasileiracorgulho@yahoo.com.br

Belas palavras !
Concordo.

Está autorizada Larissa, pode usar. :)

d'oohhh!!!

kuma ?!

retomando a discussão, ygor:

1. Então vc não crê q os homens sejam iguais?

2. Depende do q vc chama de "chegar a algum lugar"... nem toda dialética tem sua síntese...

3. Não há comunismo hoje, nem nunca houve. Países como Cuba e Coréia do Norte estão como estão por estarem isolados do mundo, sendo esmagados pela concorrência global. E cuidado com palavras como "desenvolvimento", o sentido delas costuma ser extremamente relativo.

4. Ainda bem q vc é direita... concordar com todo mundo o tempo inteiro eh muito chato...

5. Eh sério q nosso blog vai aparecer na bibliografia da monografia dessa tal Larissa??? huahuahuauha!!!! q phodaaaaa!!! A parede já vai longe!!

Concordo com o Rafael , os artigos estão muito grandes, não vou le-los. Não gostei muito do texto. Fui sincero. Valews

Pois é, parede tá subindo muito e rápido.

Ow eu sou de direitanao porque aprovo ou desaprovo o atual governo, mas na minha visão a esquerda nao pode trazer muito mais do que a direita.

O que precisa de acontecer é mudar a cabeças dos politicas, falta ATITUDE!

o que eu estava procurando, obrigado

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