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Yey!!! Postagem nova!!!

Olá amiguinhos!!

Vim aqui deixar-lhes um poema que escrevi para sair como o do colunista convidado da Hipóbole Conjugada (vide nos parceiros da Parede), mas, sei lá por que, não foi publicado.

Lá vai:

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Poesia (é) Suja


Meu poema não tem rima
latrina, era uma palavra que eu poderia usar aqui
se usasse, rimaria
não usarei

Faço questão que o poema não tenha nenhuma fucking métrica
(a diferença aqui é que, mesmo que eu me esforçasse, não teria)

Já fiz soneto
ficou ruim
deu trabalho

Arte.
Que arte não diz nada????

Sentido surge na interpretação
mas só se interpreta o que é

Maçãs falácias gordas
raquetes conspirantes
psicotrópicos tropicais
matilhas clânicas estelares

Assim não dá.

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E que a Parede de Banheiro imortalize minha arte tosca!

Amém!

Relendo o que acabei de postar me lembrei daquele conto do Veríssimo (o Luis Fernando)... aquele da Falácia, que nunca está aonde parece estar... é um senhor texto...

Bizarro o poema ... Esperamos mais textos ae na parede em 2008, principalmente, da minha parte.
Abraços

Poxa, não cheguei a ver esse poema, mas como o hipóbole está voltando de férias essa semana, postarei lá na quarta.

Abraços!

Acabo de perceber (com 5 dias de atraso) que a hipóbole publicou meu poema!! Grato!!

Enfim, é isso.

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