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QUEBRA-CABEÇAS - Do longo capítulo dos amores.

É chegada a hora de inaugurar minhas postagens aqui no blog. Em resposta ao convite e à escolha do Marcelo, começo com um texto que escrevi há algum tempo já que intitulei "Quebra-cabeças".

Queria ter mais tempo pra tecer algumas considerações a respeito das coisas que gosto de escrever, mas acho que fica melhor assim: soltar os textos aos poucos e ver a quem pode interessar ou quem pode se identificar.

Enfim, o que interessa:

Bendita seja a memória! Principalmente a memória conjunta dos casais. Há aqueles que preferem e se esforçam para construírem uma que seja indefectível e perfeita, idêntica para ambos, quase como se fosse um álbum de fotos, recheado de lembranças numa ordem linear, tediosamente cronológica.
Eu, por minha vez, valorizo mais os casais que possuem uma memória conjunta quase que incompatível, pois se assemelham mais ao verdadeiro espírito do amor. Louvo-os por se lembrarem, cada parte à sua maneira, de coisas diferentes experimentadas juntas e até mesmo de maneiras distintas as mesmas coisas. Como se cada um fosse guardião de um determinado número de peças do quebra-cabeça do seu amor, que se procuram e se ligam como ímãs naturais, formando a bela imagem daquela paixão. É claro que alguns pedaços não encontram o seu par por estarem de uma forma perdidos um na cabeça do outro ou por simplesmente não corresponderem à realidade dura dos fatos. E é aí que reside toda a beleza da fantasia desse brinquedo amoroso.
Que ela se lembre disso e ele daquilo. Que, juntos, reúnam suas peças e se divirtam ao formar o retrato emoldurado de sua paixão. Que faltem peças, também, perdidas na memória, pois assim pode entrar em cena a maravilha que é a imaginação e a criatividade do amor e, dessa forma, possam desenhar, no pano de fundo do seu quadro, as peças que faltam para completar esse bela imagem dos sentimentos.

po kra...
parece aqueles finais de novela... huahuahu...
mas de boa... fiko bacana...

Pô me amarro nesse texto... acho massa. Dar um ar mais romântico a parede, última vez que ela esteve assim foi nos primeiros meses com o Poema do Reencontro so Salgado.
Abraços

Ta....
Mto complexo pro meu intendimento
Mais gostei sim
husahsuahsau

bjo
;*

Nepomuceno Cabral, huh?

Escrevi sem ler. Peço perdão.

Lerei mais tarde.

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